Cartas ao Pai Natal: Helena Dias publica já amanhã a sua primeira obra literária dedicada ao público infantil

A escritora e declamadora Helena Dias, apresenta amanhã, dia 18 de Dezembro, o seu primeiro livro infantil intitulado “Cartas ao Pai Natal”, num evento a ter lugar na Mediateca 28 de Agosto, às 10 horas.

Com 24 poemas e 24 cartas embuidas do espírito natalício, a publicação objectiva estimular a criatividade, a empatia, o raciocínio, o respeito, a imaginação e outros. A obra é o primeiro livro oficial produzido pela editora Caneta de Estilo, é um trabalho que visa apoiar o desenvolvimento da literatura infantil no país, primando sempre pelo rigor e aprendizagem dos pequeninos.

Cartas ao Pai Natal: Helena Dias publica já amanhã a sua primeira obra literária dedicada ao público infantil

Prefaciado pelo renomado Escritor e Jornalista angolano, Octaviano Correia, o livro “Cartas ao Pai Natal” explora temas como amor, caridade, honestidade, partilha, compaixão e outros, havendo a possibilidade de influenciar as crianças à aquisição destas virtudes. “O livro propõe ao imaginário infantil a importância de comportamentos positivos e a crença na festa da luz e incentiva as crianças a acreditarem na beleza do Natal, vivendo dentro da sua própria inocência, sem antecipar processos”, explica a autora em nota.

Inteiramente dedicado às crianças, o evento de lançamento vai contar com vários momentos lúdicos e não só: contação de histórias, música, declamação de poemas e outras surpresas, o espaço estará preparado para receber os pequenotes e os seus pais.

Natural de Luanda, Helena Dias é, além de escritora, professora, consultora de comunicação, declamadora, contadora de histórias e membro do movimento artístico Lev’arte e da União Brasileira de Escritores- UBE.

Do seu percurso literário, consta o lançamento da obra ‘Ressurreição’, em 2016 participou da antologia poética feminina “O Canto da Kianda”. Em 2019, participou da antologia de escritoras Negras de África e do Brasil “Negras de lá Negras daqui” e da antologia “A Poesia Multicultural”.

Quatro perguntas à autora

A partir de que momento surge esta veia para a literatura infantil?

Na verdade, a literatura infantil não é uma coisa nova, sempre fui apaixonada por banda desenhada, as histórias aos quadradinhos são fascinantes e quando assisto a TV, a minha preferência são os desenhos animados e as suas incríveis aventuras. O meu primeiro escrito infantil foi Yona e o Cavalinho dourado, uma história de aventura de um menino sonhador, que acabei por perder com o meu computador em 2013, fiquei triste claro e comecei a pensar noutras histórias, porque não tinha um registo em papel, apenas no computador, mas tenho lembranças muito vagas de Yona e as suas aventuras.

Qual é a maior diferença entre escrever para o publico adulto e o público infantil?

Há uma grande diferença ao escrever para estes dois públicos. Para crianças dá-se amor em forma de literatura e aos adultos dá-se conhecimento, é como se os estivéssemos constantemente a ensinar uma forma de vida por meio da literatura. A literatura para crianças é como um sonho, está-se sempre num ambiente de pura inspiração e aventura, é mais feliz e divertida. A outra não é sempre muito consciente e preza o conhecimento. Há também a diferença da adequação da linguagem, a literatura infantil requer muito cuidado linguístico, uma linguagem adaptada aos pequenotes.

Do que são feitas as cartas patentes no livro?Cartas ao Pai Natal é um livro carregado do bonito espírito natalício, com 24 poemas e 24 cartas, o livro representa a contagem do primeiro dia do Advento até a grande festa da luz e incentiva as crianças a adoptarem comportamentos positivos antes, durante e depois do Natal, estimulando a criatividade, a empatia, o raciocínio, o respeito, a imaginação e outros. Cada carta é inspirada numa virtude no formato de poema que pode incentivar a criança ao aprendizado da mesma. As cartas falam de amor, esperança, amizade, paz, humildade e o mais importante que é o grande mote do livro sobre semear o espírito natalício e celebrar o Natal.

Há quanto tempo vem preparando este livro, foi mais trabalhoso?

Não levei muito tempo a prepará-lo, na verdade escrevi em 2019, em duas semanas. Com a graça de ter uma forte conexão com as emoções da época natalícia, não foi muito difícil escrevê-lo. Pretendia publicar em 2020, mas com o forte impacto da Covid-19, não foi possível, agora é o momento de partilhar as minhas cartinhas. Não foi nada trabalhoso, foi muito prazeroso e divertido. Tudo isso tornou o trabalho leve e menos trabalhoso que o anterior.

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