DJ Emílio Mix: Da bateria à mesa misturadora

A carreira de Emílio Mix teve início na igreja, há mais de uma década, o desfecho foi o mais imprevisível, porém satisfatório. Com o suporte da Produtora Rijura Records, acumula funções como: vocal coach, beat maker, drummer e Djing. Sendo que actualmente, também é tido como motivador na área desportiva, “por ter saído da obesidade em 60 dias, sendo visto como exemplo de superação e foco”. Numa breve entrevista, ficámos a conhecer a trajectória do DJ que almeja partilhar a cabine de Som com o DJ Black Coffee.

Quando e como surge a vontade de ser DJ?
Por volta de 2008/2009, comecei a gostar mais da música porque já fui baterista na Igreja… somente juntei o útil ao agradável, e hoje sou mais DJ do que bateristas. Mas sempre fui um amante da música acústica.

Lembra onde tocou pela primeira vez, e quais as condições técnicas que tinha?
Já não lembro muito bem, mas acredito que foi no meu barro e numa das noites que os amigos organizavam festas de quintal.
Na altura o material não era muito sofisticados como nos dias de hoje, Denom 4500 era a referência do material que na altura fazia o uso.

Actualmente quais os equipamentos e programas que usa para tocar num mundo que vira em torno da tecnologia? 
Actualmente o equipamento que mais uso é da marca Pioneer com a referência Plx 1000 DjM 850 com o programa Serato.

O que predomina numa carreira de sucesso como DJ?
Acredito que existem vários factores que predominam numa carreira de sucesso como DJ. Mas uma delas que contou muito na minha carreira tem sido a energia que passo para os fãs e ouvintes nos momentos de set , a responsabilidade e o respeito para com os colegas.

Se lhe dessem a oportunidade de escolher um evento e um nome com quem dividir a cabine, quem seria o eleito(a)?
Se tivesse a oportunidade escolheria o evento “Rocking the Daisies SA” e gostaria de dividir a cabine de som com Black Coffee por ser o melhor do house music e eu cobriria o estilo “Hip Hop” para equilibrar, risos.

Concluiu os seus estudos fora de Angola, isso implica, obviamente algum tempo de ausência. Considera que já tem o seu fiel público angolano?
Sim considero ter o meu público fiel cá, em Angola.

Actualmente quais os maiores desafios que enfrenta enquanto DJ?
Os maiores desafios que enfrento neste momento como DJ é o enquadramento no mercado angolano. A falta de evento devido a pandemia, e as oportunidades que ainda se tornam uma grande barreira no nosso mercado. Para manter ou melhorar, tenho sempre trabalhado em casa e nas redes socais, para poder afastar as barreiras é claro sempre com Deus no caminho.

Nos dias de hoje mulheres têm conquistado o seu espaço. Que análise faz desta inserção no mercado?
Sinto-me impressionado com esta força de vontade de certas mulheres esforçarem-se para poder inserir-se a carreira de DJ, o que não é fácil… já agora dou força e apoia as demais que pretendem fazer o mesmo.

Qual foi o evento e o lugar mais marcante em que já tocou?
O evento que mais me marcou foi uma festa de barco em Cape Town, organizado do por “Klisman Gomes e Jorge Kadiwa”, com o patrocínio do “Saint Club” uma das melhores discotecas da Cidade do Cabo em 2017.

Qual é a música que toca obrigatoriamente num evento?
Olha pergunta muito difícil de responder mais acredito eu que seria a música do Drake “Motto”.

Qual o papel da Rijura records na sua carreira?
Sou agenciado pela Rijura Records, é produtora que foi criada quando começou a minha carreira musical e pelo meu intermédio e de um colega Flávio Henriques. Hoje não temos somente o departamento musical como também o departamento desportivo.

Sabe-se que já trabalhou com o Masta, é um DJ que também se arrisca na produção?

Sim, também tenho trabalhado com produção musical, e direcionamento artísticos: vocal coach, beat maker, drummer.

A par do Djing, em que outras actividades se destaca?
Hoje sou considerado um grande motivador na área desportiva, por ter saído da obesidade em 60 dias, sendo visto como exemplo de superação e foco.

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