Expo–Ribas 2021 marca as celebrações do 112º aniversário de Óscar Ribas

Teve início hoje, o encontro entre a literatura, fotografia de lembranças de uma figura invulgar, debate e música, na Casa Museu Óscar Ribas, em Luanda.

O certame multidisciplinar que vai se prolongar até ao dia 28 do mês corrente e, visa assinalar o 112 aniversário natalício do escritor, ensaísta e etnólogo, Óscar Ribas ‐In memoriam.

O certame é uma alusão ao aniversário do seu patrono, que se comemora hoje, 17 de Agosto. A data também é memorada hoje às 22:30 horas, pela TV zimbo, com um programa especial `Obrigado Óscar Ribas´ dedicado àquele que foi uma das maiores fontes orais de Angola.

Considerado pioneiro do estudo, pesquisa e divulgação das distintas áreas das ciências humanas, sociais e literárias, o Kota é considerado um dos “fundadores” da ficção literária em Angola. Tendo sido galardoado, segundo o Jornal de Angola, com os prémios Margaret Wrong (1955), de Etnografia do Instituto de Angola (1958) e Monsenhor Alves da Cunha (1962). Foi ainda distinguido, como Membro Titular da Sociedade Brasileira de Folclore (1954), com a Medalha Oficial da Ordem do Infante, atribuída pelo Governo português (1962),  Medalha Gonçalves Dias, pela Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro (1968), e com o Diploma de Mérito da Secretaria de Estado da Cultura de Angola (1989).

O seu rico e vasto legado literário mantêm‐se intemporal, tendo recuperado muitos temas da tradição oral, filologia, religião tradicional e filosofia dos povos de língua kimbundo. Aos 18 anos de idade publicou o seu primeiro livro de contos infantis Nuvens Que Passam(1927). “Nuvens Que Ficam Verdes” (1927) e “Resgate de uma Falta de Educação” (novela, em 1929), ao que se seguiram “Flores e Espinhos Uanga” (1950,  “Ecos da Minha Terra Natal” (1952), “Uanga – Feitiço” (romance folclórico, 1955) e “Ilundo – Espíritos e Ritos Angolanos (1958).

Na década de 1960 publicou “Missosso” (três volumes – 1961, 1962 e 1964), “Alimentação regional Angolana” (1965), “Izomba – Associativismo e Recreio” (1965), “Sunguilando – Contos Tradicionais Angolanos (1967), “Kilandukilu – Contos e Instantâneos” (1973) e “Tudo Isto Aconteceu – Romance Autobiográfico” (1975).

Após uma pausa de quase duas décadas, Óscar Ribas voltou aos livros com “Cultuando as Musas – Poesia (1992), ao que se seguiu o “Dicionário de Regionalismos Angolanos”. Da sua experiência como invisual, escreveu bastante em No Mundo da Cegueira.

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