Grupo Mi Casa festeja disco de Ouro e partilha história do single `Mamela´

O house extraído do mais recente álbum do grupo intitulado “We Made It”, acaba de atingir a marca de Disco de Ouro.

Dr. Duda, J’Something e Mo-T , anunciaram a novidade hoje e partilharam a história por detrás da música que foi o hino do verão de 2020, em terras de Mandela.

Embora o vídeo oficial da música só tenha sido lançado há seis meses, a marca foi atingida devido à demanda do público e números fenomenais de streaming orgânico. Mamela é o terceiro single oficial do quinto álbum de Mi Casa, We Made It .

Numa longa publicação, que traduzimos para o português, J’Something agradeceu a banda, os parceiros de carreira e a esposa, e fez saber que escreveu a música enquanto estava na UTI de um hospital:

Palavras nunca serão capazes de capturar o que este momento significa para mim. Escrevi essa música em um dos momentos mais difíceis da minha vida. As linhas de abertura foram escritas na UTI onde o amanhã não estava garantido e tudo o que tínhamos era o momento de viver e esperar nos permitir sonhar com uma fuga quando toda a escuridão diminuiria.

Quando gravei essa música, coloquei-a em uma tomada. Lá e então eu sabia que meu coração e alma estavam nele e que tínhamos conseguido capturar uma emoção que foi lindamente transmitida na forma de uma canção.

O facto de que todos vocês encontraram seu próprio significado nesta canção e essencialmente fizeram dela o disco de venda gold é uma bênção e muito mais do que eu jamais poderia ter pedido. Eu sei que muitos de vocês encontraram luz nesta música e muitos de vocês foram em uma pequena ‘fuga’ por causa dessa música. Eu sei que tem sido uma trilha sonora para muitos momentos especiais e isso é tudo que eu queria deixar com você…”

as cargas mais recentes

TYKID apresenta `Imaturidade´, o segundo single do seu EP de estreia

há 2 anos
Com uma sonoridade melodiosa e doce o artista consegue-nos levar ao cenário que desenha com as suas palavras num instrumental trap-soul recordando igualmente o neo-soul do início do século de Musiq ou Joe.

Rumba Congolesa passa a ser Património Imaterial da Humanidade

há 6 meses
O estilo musical e dança Rumba, originário da bacia do Congo-região que abrange as actuais República Democrática do Congo, Congo, Angola e Gabão- foi elevado ontem pela UNESCO a Património Cultural Imaterial da Humanidade.

Produtores de Afro House mais requisitados da actualidade revelam hegemonia no`Desfile de hits´

há 2 anos
A Carga apresentou ontem os maiores produtores de Afro House do país. Durante o Repertório, ficou-se a saber que Vado Poster e Dj Habias produziram sucessos como “Lhe Traíram” (Os Moikanos), “Tic Taá” (Scro Q Cuia e Nerú Americano), “Wamona” (Nagrelha e Puto Prata), “Kapota” (Noite e Dia) e tantos outros descritos abaixo.

Pharrell Williams anuncia construção de escolas destinadas a famílias de baixa renda

há 1 ano
Denominado Yellowhab, o projecto tenciona inicialmente, fornecer educação gratuita numa primeira fase, para 40 a 50 alunos.

Drunk Master quebra o silêncio e mostra a sua “Espécie”

há 2 anos
A faixa que já havia sido lançada, é agora apresentada com uma nova roupagem, em que Drunk expressa em dois minutos, num beat que o caracteriza, o que sente e percebe da “espécie em que se enquadra enquanto pessoa”.

Back to Be: Ludmilla revisita funk raiz em comemoração aos 10 anos de carreira

há 3 meses
Em alusão a sua primeira década de carreira, Ludmilla lançou na noite de ontem a EP ` Back to Be´ , o retorno oficial de MC Beyoncé, ou seja, a cantora revisita o início da trajectória, desde o nome ao género que a consagrou.

Sabia que hoje assinala-se o Dia da Música Estranha?

há 2 anos
O Dia Internacional da Música Estranha foi criado por Patrick Grant, um músico e compositor de Nova Iorque que queria colocar as pessoas a ouvirem e a tocarem tipos de música que nunca tinham ouvido e tocado antes.

Do piano aos instrumentos de sopro: Adimaldo, o autodidacta que Tok’Aki

há 1 ano

Coco Gauff dá cartas em Roland Garros

há 1 ano
A demonstrar que a idade são apenas números, com a ausência de Naomi Osaka, Coco tem se destacado no torneio francês, graças a boa desenvoltura nas partidas, que a garantira um lugar entre as três mulheres na final do Grand Slam.

Prodígio representa Angola no Mandela Day 2020

há 2 anos

Nsingi, uma voz de Portugal que leva a cultura angolana com rítmo

há 1 ano
Carlos Nsingui nasceu em Portugal e nunca esteve em Angola, mas mantém fortes ligações com a cultura angolana, desde a música, gastronomia ao modo de ser, estar, falar, incluindo a forma de vestir, porque seus país são angolanos e parte da sua família vive em Angola.

Os Tuneza regressam à casa com novas histórias

há 2 anos
Após passarem os primeiros dias de quarentena separados por motivos vários e criarem o caos no Kilamba, a família mais disfuncional de Angola foi obrigada a abandonar a centralidade. Solução: regressar à antiga casa, e passarem o resto do confinamento juntos.

Ascensão apresenta projecto “Cockt4il” em concerto diferenciado

há 7 meses
Volvidos dois meses de aparições em várias zonas periféricas e não só da cidade capital, o grupo apresenta em concerto, o resultado das várias horas de estúdio e trabalhos em conjunto, o projecto “Cockt4il”.

Mário Gomes: O presente e o futuro entre os guitarristas

há 2 anos
Dom Caetano, Filipe Mukenga consideram-no o melhor guitarrista da actualidade. Saiba mais sobre este pequeno/grande músico na entrevista concedida à Revista Carga.

Sintoniza 91.7 MFM: ShowTime

há 2 anos
Leonel Manuel ou simplesmente Megga Skills, como é conhecido nas lides do Hip Hop, é a uma das vozes mais sonante da Rádio MFM, na condução do programa ShowTime todos os Domingos, as 18 horas. Saiba mais sobre este programa, que nasceu por inspiração do extinto “Big Show Cidade”, mas que se apresenta como o programa de Rap “mais inclusivo” da actualidade, pois além de promover o Hip Hop, a música Rap e os seus fazedores, “abraçou” também a missão de “educar, informar”.

This Is Not A White Cube apresenta “Reflectir#2 – Fragmentos, Fragilidades, Memórias”

há 3 meses
Com curadoria de Ana Knežević, Emilia Epštajn, Graça Rodrigues e Sónia Ribeiro, a exposição reúne um abrangente panorama desta multifacetada produção, onde se ostentam obras em papel, instalações, performance, pintura, fotografia, têxtil e vídeo de Alida Rodrigues, Ana Silva, Cristiano Mangovo, Francisco Vidal, Januário Jano, Luís Damião, Nelo Teixeira, Osvaldo Ferreira, Pedro Pires e Ery Claver, que no seu todo revelam a forte afinidade à estética e materialidade estratificada do “arquivo” cuja quase inexistência – por negligência ou depauperação endémica – se tem revelado crítica em Angola.