José Eduardo dos Santos fala sobre a sua formação musical “Nzaji”

Quando mais novo, Eduardo dos Santos fundou e orientou os Nzaji, um dos mais respeitáveis agrupamentos musicais da clandestinidade- que ajudou a forjar a revolução, eternizando canções como ”Kaputu’, ‘Ufolo’, ‘Dituminu’, “Etu tuá anangola’ e’Monangambé’.

Esta manhã, JES partilhou um longo testamento, realçando a  o papel da sua formação musical na sustentação das canções românticas e revolucionárias no processo de luta de libertação de Angola contra o jugo colonial, por meio da arte engajada, tal como foi com os N’gola Ritmos, de Liceu Vieira Dias e tantos outros.

Nostálgico, “Joes”, como respondia artisticamente, na altura, usou suas redes sociais para falar “Sobre o Conjunto Nzaji” e dos momentos à frente do saudoso agrupamento criado em Moscovo, em 1964.

José Eduardo dos Santos fala sobre a sua formação musical “Nzaji”

Sob sua liderança, Nzaji, realça, marcou o início da formação da música de intervenção, transformando-se no modelo de canção contestatária, dando continuidade ao “período acústico” da Música Popular Angolana.

O grupo nasceu da tomada de consciência cultural dos nacionalistas angolanos, em situação de opressão colonial, ajudando na libertação do País em 1975, através de temas de alto valor estético, onde se destacam “Kaputu”, “Ufolo”, “Dituminu”, “Etu tuá anangola”, “Monangambé”,  “Deba”, “Monetu uá kassule”.

Na sua constituição estavam José Eduardo dos Santos composição, voz e viola), o conjunto reunia Pedro de Castro Van-Dúnem “Loy” (voz e composição), Ana Wilson (voz, coros), Maria Mambo Café (voz, coros), Amélia Mingas, (coros), Mário Santiago ( viola), Fernando Assis (piano e composição), Fernando Castro Paiva (ngoma), Jovita Minervina Nunes( voz), General Mona (percussão) e Balduíno da Silva, também conhecido por Buanga (voz), os Nzaji transformaram-se, mais tarde, no modelo musical de canção revolucionária, época.  

Durante a sua fundação, o ex e segundo presidente de Angola tinha apenas vinte e dois anos e orientou a estética do conjunto, formação que primeiro se designou os “Derepente”, uma emanação e degenerescência do conjunto “Kimbambas do Ritmo”, criado em 1959, um agrupamento que já acusava uma assinalável solidez estrutural e criativa. 

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