Lawilca almeja voltar ao auge

Lawilca já esteve no top do Hip Hop e R&B. Em 2005, depois de conquistar grande popularidade com o seu primeiro álbum “Se Diamé”, decidiu sumir para voltar a aparecer em 2014 com o CD “Não Sou o Mesmo Homem”. Desta vez reaparece reestruturado com novos estilos musicais e quer voltar a estar no auge.

Passaram-se seis anos desde que lançou “Não Sou o Mesmo Homem”. Quer justificar o seu regresso?

Sempre estive presente na música indirectamente, mas devo responder o que me fez afastar directamente da música foram as responsabilidades.

Encontrou o mercado mais forte ou mais fraco? 

Encontrei um mercado concorrido e aberto a novas gerações, com novos estilos musicais e artistas super versáteis. 

Em que aspectos esta mudança do mercado poderá influenciar nas suas abordagens?

Hoje como músico e produtor consigo estar em vários estilos e enquadrar-me neste novo contexto.

O quê que vai caracterizar esta nova fase da sua carreira? 

Gosto de surpreender os fãs. 

Sabe que parte de seus fãs o terão esquecido e será obrigado a dividir o público jovem, muitos dos quais estão acostumados com músicos da nova geração. Acha que conseguirá algum espaço?

Seria o mesmo que perguntar se os fãs escutam Prince na era de Justin Bieber (risos).

Eu penso que a música quando é boa, e marca uma época ou uma determinada geração, esta não é esquecida. Logo, cabe a minha geração (fãs), no qual acredito já terem constituído família, passarem testemunho a esta nova geração.

Havia agendado o lançamento de um novo CD para marcar o seu regresso. Onde o colocou?

Hoje com a nova forma de viver a melhor maneira em lançar um novo álbum será nas plataformas digitais. Tenho estado a pôr no mercado as músicas promocionais “Valores Psicólogo do Amor e Tentação”, sendo que estas estão disponíveis nas redes sociais.

É um álbum onde experimenta géneros como Guetho Zouk, Afrobeat e Kizomba. A que se deveu a mudança? 

Ao novo contexto actual do mercado, sendo estilos que também acabam por me identificar, sempre fiz para vários artistas e produtores, não esquecendo a minha essência em termos de estilo. Por outra, trago várias colaborações: Don Jaga e Mikell.

as cargas mais recentes

Pongo Love confirmada no Festival Músicas do Mundo

há 1 ano
O evento reúne cerca de 30 músicos vindos da África, Europa e América. A cantora faz parte da lista dos primeiros 14 artistas apresentados esta sexta-feira.

Dino Ferraz: “Não me rotulo, seja a nível de estilos ou de mercado. Sou aberto a fazer música da maneira que sentir”

há 9 meses
Não me rotulo, seja a nível de estilos, ou de mercado. Sou um artista claramente aberto a fazer música da maneira que eu sentir.

Adão Zina: o mercador da literatura angolana na Internet

há 7 meses

Sintoniza Viva Nation Rádio: Conversation a dois

há 6 meses
O programa `Conversation a dois´ chegou à programação da plataforma de rádio online “Viva Nation Rádio” para servir de veículo de divulgação da música Palop no resto do continente.

Prémio Nobel da Literatura 2020 atribuído a poetisa Louise Glück

há 10 meses
Louise Glück é uma poetisa norte-americana de 77 anos conhecida pela sua “voz poética e com beleza austera, que manifestam a “existência individual universal”, em temas de infância e vida familiar ou as relações de estreia entre pais e irmãos.

Megan The Stallion é eleita a rapper do ano pela GQ

há 9 meses
A rapper está numa das três versões da capa da revista ao lado de George Clooney e Trevor Noah. Na entrevista, The Stallion fala sobre crescer cercada por mulheres negras fortes em Houston e os desafios que todas enfrentaram.

Kamesu: “O rapper é um artista que não tem nenhum compromisso com a cultura”

há 8 meses
Durante 20 anos, o rapper viu-se obrigado a trancar-se no estúdio para preparar o seu primeiro disco, uma obra interventiva e afro-centrada, que traz participações de Kid MC, Kool Klever, Ndaka Yo Wini, Loromance, Mono Stereo e a poetisa Sankofa. O álbum será autografado já este sábado, no Elinga Teatro, em Luanda.

Alexandre Pires e Seu Jorge unem-se para um espectáculo solidário

há 1 ano
Os músicos brasileiros Alexandre Pires e Seu Jorge juntam-se para um espectáculo interactivo de carácter beneficente. O concerto será transmitido nas redes sociais de ambos os artistas.

Exposição ‘S.O.S ambiente’ apresenta projectos para salvação do meio ambiente

há 11 meses
Vários adolescentes provenientes de centros de formação e educação ambiental de Luanda, expõem, desde hoje, projectos de sustentação e preservação do meio ambiente.

Depois de vários anos a produzir, Mestre Freddy apresenta-se como cantor

há 1 ano
Após longos anos, explica porquê decidiu conciliar a carreira de produtor com a de cantor e apresenta as suas primeiras músicas com sonoridade diferenciada. Já tem o primeiro álbum à vista e deixa todas as impressões da “nova carreira” nesta entrevista.

ORLEI: Há 10 anos a provar que o Rock em Angola já não morrerá

há 11 meses
Devido sua magnitude, O Rock Lalimwe Eteke Ifa ” O Rock Nunca Mais Morrerá ” confunde-se com as celebrações da fundação da cidade do Huambo. Este ano, o evento assinala o 10° aniversário e a organização reinventou-se e trouxe 10 dias de espectáculos intensos com as principais bandas de Rock nacional.

Mais de 2000 concorrentes tentam a sorte para as duas vagas na Clé Ent.

há 1 ano
Dos mais de dois mil novos talentos que acorreram na manhã desta sexta-feira à Praça da Independência, em Luanda para uma vaga de integrar o grupo de artistas da Clé Entertainment, somente dois poderão ser as próximas estrelas da produtora.

Galáxia, o musical que todos devem assistir

há 4 meses
O auditório da Laasp testemunhou nos dias 25 e 26 de Março, o musical Galáxia, um espectáculo de teatro musical que pretende despertar o angolano da lobotomia social.

Programa que memora a vida e obra de Amália estreia segunda temporada

há 4 meses
Intitula-se Em Casa d’Amália e foi criado em alusão ao centenário da icónica fadista, em 2020, numa parceria entre a Fundação Amália Rodrigues e a RTP.

Por onde andam os Detroia?

há 1 ano
Depois do sucesso da música “Bela”, tida como “febre”, o tempo foi “tomando Paracetamol” e a febre passou. O grupo gravou outras músicas, como “Tubia”, “Envelheceu”, entre outras, mas sem o sucesso do “Bela” e nem serviram para manutenção do grupo na “boca do povo”.

Diddy e Dr. Dre acertam detalhes para batalha de hits

há 1 ano