Nankhova: “No meu ranking sou um músico a seguir, um exemplo bom para a música nacional”

Nankhova é um artista que dispensa apresentações, nos croquis de moda impressiona com o seu Je ne sois quoi e nas pautas musicais pretende transmitir a sua alma que é gerida pelo seu “grande Deus”.


Lançou recentemente a EP OURO -o segundo da sua carreira musical, amedir popularidade, o trabalho não traz qualquer participação. 


Norteada pelo estilo alternativo, a obra que nos (re)apresenta um artista mais maduro a nível de sonoridade e conteúdo que se afirma ser “um bom exemplo para a música nacional”.

Do que é feita a EP `Ouro´?
A EP Ouro é feito de nova sonoridade, exploração da minha voz e letras com conteúdos inovadores, motivação e equilíbrio na caminhada de fazer boa música, além de muita diversidade no beats.

Quais os temas que explora nesta EP?
Conhecimento, vontade de estar com alguém, celebridades nacionais, triângulo amoroso, amor verdadeiro, vontade de não perder Ouro, motivação de entendimento, pedido de perdão, arrependimento, etc.

Fez saber em comunicado que a EP está pronto há um ano, o que o levou a demorar tanto tempo para disponibilizar?
O Covid 19, as vezes tento não culpar a pandemia mas a verdade que tudo parou e eu tentei dar o meu melhor e consegui entregar a EP Ouro pelo menos no tempo certo.

Nankhova: “No meu ranking sou um músico a seguir, um exemplo bom para a música nacional”

Não receou dar ao público um material “desactualizado” o tem o cuidado de trazer conteúdo intemporal?
O público ama o que entregamos de coração. Eu sempre entrego os meus trabalhos com o coração e por isso tenho recebido bom feedback sobre a nova Ep, o conteúdo é legível e se enquadra em todo tempo.

Que participações traz?
Sem participação, para poder entregar um pouco mais de mim aos meus ouvintes.

Em que lugar se colocaria no panorama musical?
No meu ranking sou um músico a seguir, um exemplo bom para música nacional. Não vou me colocar uma posição porque na minha caminhada eu sempre serei o primeiro.

A moda chegou em primeiro na sua vida, como foi feita a transição das passarelas para o palco?
A moda deu−me visibilidade como um realizador de sonhos, não é sobre chegada e sim decisão. Ambos já envolviam palco só uni o útil e o agradável.

E como tem sido conciliar ambas actividades?
Graças a Deus amo tudo que faço, me conecto sempre em cada projecto e faço o meu melhor, tento como director criativo da marca manzvat entregar tudo que consigo e na música a mesma coisas, o tempo ainda tem estado a favor de ambas artes.

E se alguma vez tivesse que escolher com qual ficaria?
Se tivesse que escolher neste momento eu escolheria a música porque ainda quero aprender muito dela.

O quê lhe está a marcar mais durante a trajectória e lições tem tirado disso?
Tem me marcado o facto de eu me conectar com o meu Nankhova de 16 anos, (porque com os meus 16 anos eu já tentava a criatividade da música). Tem sido uma volta ao tempo mais de uma maneira corajosa e pronto a levar todos a conhecerem o meu sacrifício, todos dias tiro várias lições, mas uma delas foi querer ver o meu país mais evoluído em termos de pensamento.

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